sexta-feira, 30 de maio de 2014

Infográfico


      O infográfico é um recurso gráfico, que une imagens com um texto reduzido. A junção do texto com os elementos visuais permite uma maior eficácia na comunicação, proporcionando uma maior clareza e compreensão do tema e da mensagem para o leitor, ou seja, os infográficos servem como facilitadores para compreender a ideia central do texto. É uma maneira de atrair o leitor a ler uma reportagem ou ficar por dentro de um determinado tema. 

      Os infográfico já existem desde a pré história, segundo historiadores os infográficos mais antigos mapas encontrados em uma parede na Turquia, e que são datadas de 6.200 a. C. Depois disso surgiram outros a partir de 1500, como os desenhos com explicações de Anatomia de Leonardo da Vinci (Foto 1). 




    Mas foi a partir do século XX que os infográficos ficaram famosos e aumentaram os números, graças aos avanços tecnológicos que permitiram assim nos avanços da impressão e a produção de gráficos e imagens. Em 1995 fazer um infográfico ficou ainda mais fácil, com o surgimento do Adobe Illustrador, que trazia uma nova forma de se fazer um desenho vetorial. Hoje em dia já existem vários programas que permitem a criação de infográficos, como Photoshop, Corel Draw, entre outros. 

    O primeiro infográfico presente em jornal foi em 1702, no primeiro jornal inglês The Daily Courant. Hoje no Brasil os infográficos já estão presentes na maioria das revistas e jornais, principalmente na Época, O Globo e Folha de São Paulo, que são os pioneiros no país.
        No Brasil, um dos nomes mais conhecidos no meio da infografia é o de Luiz Iria, que era diretor  da seção de infográficos da Revista Superinteressante. Iria começou a trabalhar com infográficos, em 1995 quando ainda era apenas ilustrador da revista. Ele conheceu a infográfica através de palestras ministradas por profissionais da Espanha, responsáveis pelos infográficos nos jornais El mundo e El país. Hoje Iria é um dos donos da empresa Luiz Iria – Infografia e Inovação Digital. Para quem quer seguir na área da infografia, Luiz aconselha a fazer o curso de jornalismo e ao mesmo tempo fazer  cursos intensivos de ilustração. 
Outros  nomes da infografia são Marion Tasco, Jeff Goertzen e Edward Tufte.
  Características: 

 - Interatividade entre texto e imagem;

 - Clareza nas informações;
 - Atrair o leitor;
 - Possibilitar um maior interesse do leitor pelo tema;
 - Deixa a informação mais leve do que só com um texto;

 - Pode melhorar a estética ou layout de uma página ou reportagem.



Autoria: Thayná Barros e Clara Barros



http://pt.slideshare.net/tattianat/histria-da-infografia-jornalstica-fundamentos
Espero que tenham gostado! Querem saber mais sobre infografia ou aprender a fazer um infográfico?

Visitem o blog de Luiz Iria
http://infografiria.blogspot.com.br/

E assistam ao vídeo, para aprenderem a fazer o seu próprio infográfico:
https://www.youtube.com/watch?v=NgZXJp_Xf9A

Conceitos Jornalísticos

Reportagem -> de forma abrangente o repórter irá relatar os fatos de forma direita claramente. Pode ser dividida em três partes:  manchete, lead e corpo.  

Entrevista -> é um meio de obtenção de informações entre o entrevistador e o entrevistado, semelhante a uma conversa, se oralmente realizada as perguntas são abertas deixando o entrevistado livre para responder da melhor maneira, mas o entrevistador não pode deixar o rumo da conversa fugir do foco.

Coluna Social -> é uma parte destinada do jornal a informações mais curtas e gerais, muito utilizado para divulgar ou expor fatos de pessoas influentes na sociedade, celebridades, alguns personagens excêntricos, entre outros. Tem bastante relevância para forma a opinião pública.

Relato -> é uma forma de narrativa bem reduzida e breve, apresentando apenas dados essenciais.


Aplicação da Intertextualidade

NOTÍCIA: 

"Mulher que fuma e toma pílula pode ter um risco maior de sofrer um AVC
O acidente vascular cerebral é mais comuns nos homens, mas nas mulheres, costuma ser mais grave - no Brasil, inclusive, o AVC é a maior causa de morte feminina. Fatores como hipertensão, diabetes, colesterol alto, alimentação ruim, sedentarismo e estresse, por exemplo, podem aumentar muito o risco em ambos os sexos. No entanto, existem fatores que podem ser ainda mais perigosos especialmente para as mulheres, como alertaram o cardiologista Roberto Kalil e o neurologista vascular Alexandre Pieri no Bem Estar desta terça-feira (27).
Se a mulher fuma e toma pílula anticoncepcional, por exemplo, o risco pode ser ainda maior – a fumaça do cigarro provoca danos nas artérias do cérebro; e o estrogênio, um dos hormônios da pílula, pode levar à formação de placas nas paredes dos vasos sanguíneos, como mostrou a reportagem da Renata Cafardo
O neurologista vascular Alexandre Pieri alerta, porém, que o uso do anticoncepcional isolado sem outros fatores de risco associados não leva a um risco alto de AVC. Por isso, quem precisa tomar pílula deve se preocupar em controlar os outros fatores e cuidar da prevenção, ou seja, não fumar, comer bem e evitar a obesidade. Há ainda algumas fases da vida feminina que podem contribuir, como a gravidez, o pós-parto e a menopausa, como explicaram os médicos."
As palavras destacadas em amarelo são termos que o leitor deveria tomar conhecimento para compreender o sentido do texto. Sem o conhecimento dessas palavras a informação seria vaga, com lacunas que não poderiam ser preenchidas ao menos que ele leia um outro texto que discorra sobre cada partícula grifada, ou até mesmo tenha ouvido falar o que é.

Intertextualidade

      Fazendo uma análise semântica da palavra, pode-se entender que trata de algo que conecta vários textos. Esse fenômeno ocorre quando o leitor já possui pré-conhecimento sobre algum assunto, seja la o que for, pode ser um significado de uma sigla ou apelido de uma atriz, que o permite fazer um ligação entre o que ele já conhece com as novas informações, traçando uma teia de conhecimento que sempre pode ser preenchida. Essa teia de conhecimentos pode ser chamada de campo semântico, pois palavras distintas remetem a um mesmo assunto articulando o saber do sujeito.

O que está foto nos tem a dizer?


Obviamente é um mais um pessoa sentada numa calçada esticando sua mão várias vezes ao dia a espera do famoso "trocado" ou "trocadinho" e alguém visto por uns como bonzinho ou para outros como bestinha dando o troco de alguma coisa.
Pois bem, essas pessoas ficam nos calçados dos centros e dos mercados tão moribundas que hoje já não se surpreende virar a esquina e esbarrar com alguém pedindo. É nítido que esticar a mão e dar uns moedinhas não é a forma mais eficaz de se ajudar uma pessoa nessa situação, mas já é tão comum que passar por ele e não dá nada é raro. Esse é um costume naturalizado em nossa sociedade: pessoas necessitam (pelo menos é o que deveria ser) de comida, abrigo, amparo e nós dando moedinhas para limpar nossa consciência.

  

Alguns conceitos em Língua Portuguesa

Língua -> é a forma de comunicação entre os indivíduos que permite a projeção de algo que deseja ser transmitido, podendo ser verbal ou não-verbal,  oral, apenas um gesto ou até mesmo não ter nenhuma resposta, mas mesmo assim já compreende-se o que o outro está querendo dizer. Pode ser transmitida pelas gramática para que haja uma regulamentação no jeito mais formal de se comunicar, mas também podem ser símbolos ou sons.

Linguagem -> é a língua articulada de uma forma específica para uma finalidade, sendo construída por um grupo mais restrito como um grupo de rappers ou de advogados.

Ideologia -> fielmente ligada a aspectos políticos e de dominação, ideologia consiste mais do que uma forma de manipulação. Ideologia é aquilo que um grupo de pessoas ou um indivíduo acredita e se expressa de tal forma que faz com que outras pessoas acreditem nos mesmos ideias que os deles.

Crenças -> difere da ideologia no sentido que a crença é algo que você toma como verdade desde momento da sua criação, sendo indubitável qualquer outra forma se não for aquela em que você crê.

Valores -> não são pensamentos, nem dogmas, são características que fazem do sujeito o que ele é. São princípios que o integram.

Reações Não-Verbais

Positiva 

Negativa